Budapeste - Győr - Pannonhalma - Bratislava

Traslado de Budapeste a Bratislava (ou de Bratislava a Budapeste) com passagem na cidade de Győr e na abadia de Pannonhalma com guia falando português.

Levamos você de um hotel para o outro e tratamos de todos os pormenores para que se sinta comfortável e que veja muitos lugares interessantes na viagem. Em Győr poderá fazer um passeio guiado a pé pela cidade: o seu guia mostrar-lhe-á todos os sítios interessantes do centro desta cidade encantadora e rica em tradições. A seguir terá uma hora livre para almoçar ou passear, ver as lojas, como você deseja. À tarde visitarão a abadia beneditina de Pannonhalma. Foram os monges beneditinos que escolheram este lugar no ano 996 para a construção do seu convento: esses religiosos desempenharam um papel muito importante na cristianização do país. O primeiro documento húngaro que chegou até nós (do ano 1055) também foi escrito por eles. Poderão visitar a abadia, a catedral, a biblioteca e conhecer o dia a dia dos monges-professores do convento.

Descrição da cidade de Győr

Győr (em alemão Raab, em eslovaco Ráb) que é a cidade mais importante e um distrito urbano (cidade com direitos de um distrito) do noroeste da Hungria, também capital do distrito de Győr-Moson-Sopron e a sexta maior cidade do país, está localizada na movimentada estrada que liga Budapeste a Viena na Áustria.

O primeiro grande assentamento data do século V antes de Cristo, os celtas e mais tarde os Romanos chamavam a cidade de Arrabona. Os húngaros ocuparam a povoação fortificada por volta do ano 900. Santo Estêvão, o primeiro rei da Hingria, fundou um episcopado: nessa altura é que a cidade recebeu o seu nome atual húngaro: Győr.

No início do domínio otomano (séculos XVI-XVII), Győr foi queimada pelos próprios húngaros (por pensarem que era inútil tentar defendê-la), daí é que em turco o nome da cidade é Yanık kale (Cidade queimada).

Győr foi reconstruído e rodeado por um castelo e por uma muralha, desenhados pelos arquitetos italianos do topo da época: nessa altura é que apareceram muitos edifícios do estilo renascentista pela cidade fora.

Depois de os turcos terem abandonado a Hungria, a cidade começou a prosperar. Em 1743 foi elevada à condição de Cidade Imperial Livre por Maria Teresa. Muitas ordens religiosas, como os jesuítas e os carmelitas se assentaram na cidade e construíram escolas, igrejas, um hospital e um mosteiro.

A cidade prosperou até a Segunda Guerra Mundial, mas durante a guerra foram destruídos vários edifícios. Os anos cinquenta e sessenta trouxeram mais alterações: apereceram os grandes bloques de habitações feios, mas pior que isso, os antigos edifícios não receberam o cuidado devido. Nos anos setenta finalmente começaram a recuperar o centro urbano. Em 1989, Győr ganhou o Prémio Europeu para a Proteção de Monumentos

Fotos Győr

Descrição de Pannonhalma

Pannonhalma (Colina dos Pannónios) cerca de 20 quilómetros de Győr, no oeste da Hungria que até 1965 se chamava Győrszentmárton (São Martim de Győr) é uma cidade no distrito Győr-Moson-Sopron. Quando se fala no nome da cidade, normalmente se refere ao convento da ordem beneditina que fica por cima da colina que senhoreia toda a paisagem.

Os beneditinos apareceram em 996, a então aldeia Győrszentmárton é mencionada também em 1240. Após uma época próspera na Idade Média os turcos destruíram a vila, mas em 1689 o abade-môr da altura reconstruiu-a. O nome atual, Pannonhalma, é invenção de um dos abades: é uma alusão ao nome de Pannónia, que nos tempos romanos era utilizado como nome de província. Embora o território da antiga Pannónia não é exatamente igual à da Hungria atual, a palavra é muitas vezes usada como sinónimo da Hungria.

O Convento de Pannonhalma é um dos locais religiosos e culturais mais importantes do país, e além disso, faz parte do Património Mundial da Humanidade. É um dos destinos turísticos mais emblemáticos do país. No convento que em parte pode ser visitado por turistas, funciona um liceu religioso só para rapazes, onde também estudou Otto de Habsburgo, filho do último rei húngaro: Otto quis que depois de morto, o seu coração fosse guardado no convento, e assim aconteceu. (Seu corpo foi colocado na Cripta dos Capuchinhos na antiga capital imperial de Viena.)

Fotos Pannonhalma

Descrição de Bratislava

Bratislava (em alemão: Pressburg, em húngaro: Pozsony) é a capital da Eslováquia. A cidade que à semelhança de Budapeste e Viena é cortada do rio Danúbio, fica muito próxima das fronteiras austríaca e húngara. Bratislava tem cerca de 427 mil habitantes, e com isso é a maior cidade do país. Os Cárpatos, uma das cordilheiras européias, começam no território de Bratislava.

A cidade tem a maior densidade populacional da Europa Central. Como capital, naturalmente é sede do Parlamento e do Governo eslovacos, e tem uma oferta muito rica na área da cultura e artes.

No território de Bratislava viveram celtas e romanos, os eslavos chegaram nos séculos V e VI, e no século X a zona da cidade tornou-se parte do Reino da Hungria. Em 1405 acabou por ser declarada cidade livre real pelo rei Sigismundo de Luxemburgo.

Na altura da invasão turca Bratislava foi danificada, mas os otomanos nunca conseguiram conquistá-la. Mais ainda, no fundo Bratislava ganhou com o avanço dos turcos em território húngaro porque em 1536 foi designada a nova capital da Hungria quando um terço do país passou para as mãos dos Habsburgos. Por isso Bratislava foi durante muito tempo a cidade onde se coroava monarcas: entre 1536 e 1830, onze reis e rainhas foram coroados na Catedral de São Martim.

O século XVII foi marcado por revoltas contra os Habsburgos, lutas com os turcos, cheias e pragas. A cidade e o castelo foram conquistados várias vezes pelos revoltosos, depois reconquistados pelas tropas do imperador.

Bratislava teve o seu auge durante o século XVIII. Durante o reinado da Maria Teresa transformou-se na cidade mais importante do território da atual Eslováquia e Hungria. Muitos palácios, mosteiros e mansões foram construídos naquela altura. Sob o reinado de José II a cidade começou a perder a sua importância, especialmente quando a coroa húngara foi levada para Viena e muitas instituições importantes passaram para Buda.

Em 1805 Napoleão obrigou ao impreador austríaco assinar o Tratado de Bratislava de acordo com o qual a Veneza passava para mãos francesas. O congresso de Viena de 1815 deixou a cidade dentro do Império Austríaco. De acordo com o Compromisso de 1867 entre os húngaros e a casa dos Habsburgos, Bratislava passava ser parte do Reino da Hungria dentro do Império.

Toda a situação mudou em 1919, depois da primeira guerra e a desintagração da Monarquia: com o nascimento da Checoslováquia a cidade passou a chamar-se Bratislava e converteu-se na capital da província de Eslováquia. Depois da primeira decisão de Viena (1938) Bratislava transformou-se em capital da República Eslovaca (República de Tiso).

Em 1945 tropas soviétiucas e rumenas ocuparam a cidade que assim voltou a fazer parte da Checoslováquia. Depois da segunda guerra mundial a população húngara e alemã foi afastada da cidade quase por completo. Em 1968 o contrato de fedaração entre eslovacos e checos foi assinado em Bratislava. A partir de 1993 a cidade é capital da Eslováquia independente.

Fotos Bratislava

Mapa do trajeto Budapeste-Győr-Pannonhalma-Bratislava